segunda-feira, 4 de maio de 2009

Globalização da miséria

Blog Farias Brito  a sua revista eletrônica no cariri, sempre a serviço do bem e da verdade, crescendo com a força e a  fé de uma equipe coesa e firme  permeado num povo  simples e hospilaleiro, porém sempre primando por um mundo  onde todos sejam felizes.

A alta tecnologia de ponta vem devorando os postos de trabalho dos operários probos e honestos.

 "As empresas estão investindo maciçamente na alta tecnologia de ponta, pois, assim, elas aumentam a margem de lucro, ao tempo em ficam mais enxutas e modernas para enfrentarem a globalização"

Todo este palavreado não passa de um eufemismo enganador e cruel, o que está acontecendo de verdade é uma política empresarial globalizada norteada na concentração de capitais e na demissão involuntária, Os operários estão sendo colocados no olho da rua por conta de uma crueldade empresarial de cortar coração, pois senão vejamos: nas pranchetas dos construtores desta política excludente do capitalismo selvagem já estão programados os postos de trabalhos de hoje ou ontem? ocupados pelos trabalhadores e que serão substituídos ou tungados pelas novas tecnologias. Essa massa operária é jogada no olho da rua como animais, assim como os escravos na época do período colonial. E o pior, enquanto o operário pensa que seu posto de trabalho foi extinto por uma fatalidade, por uma evolução dos tempos, pela modernidade, outros milhares de trabalhadores já estão tendo nas mesmas "pranchetas" a exclusão premeditada da substituição do atual trabalhador pela alta tecnologia de ponta. Mas por que isto acontece ? -Porque vivemos no terminal de um capitalismo excludente, selvagem, opressor onde o capital se concentra na maioria da "minoria privilegiada" que não pensa no bem estar social, na tecelagem humana, no bem estar da coletividade,mas apenas nas suas margens de lucro que devem aumentar diariamente, se a margem não aumenta, o corte de pessoal faz aumentar. É uma equação financeira que conspira contra o trabalhador, o operário honesto. De tanto trabalhar para a empresa, de tanto viver a empresa, coitado! esquece de si mesmo e quando for pensar em sua vida já está no olho da rua. O Que fazer com essa massa operária que está sendo expulsa dos seus postos de trabalho, simplesmente porque ele não existe ou deixará de existir em pouco tempo. O Estado tem uma política de integração de emprego para estes excluídos pela força bestial de um capitalismo devorador de operários probos e honestos? Ou se vai colocar a culpa na fatalidade? - Destino. 

Luiz Domingos de Luna
www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
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