quarta-feira, 22 de julho de 2009

A efervescência cultural nasce do povo

A Efervescência cultural nasce do povo.

Por Luiz Domingos de Luna*

Cada Cidade tem suas peculiaridades que são inerentes à formação de sua própria existência, razão de uma, ter identidade religiosa, outra / cidade estado /, outras de: uma pigmentação conservadora, ortodoxa, heterodoxa, liberais, neoliberais, libertárias (...) Enfim, este coeficiente que dá o tom da mediana do ser social no espaço tempo é resultado do processo histórico, interativo, e da cola do convívio das comunidades ao eixo central a sociedade como um todo.

Ao se fazer um paralelo histórico, na Grécia Antiga, se vê que Esparta foi uma cidade estada, enquanto, Atenas: fonte de cultura, humanismo, artes, literatura (...)

O Ativismo cultural é sempre relevante para qualquer urbe, pois é uma forma de humanização do ser humano e uma condicionante para qualificar o grau de civilidade na paisagem urbana ou não.

Porém, para o aumento do grau de concentração do ativismo cultural, se faz necessário que haja uma aptidão social ampla para tal fim, do contrário, tudo para, ou emperra, em caso extremado o caniço quebra.

Não existindo um fomento da sociedade a educação, a cultura, a arte, a música, a literatura (....) Teremos eventos culturais esvaziados, amorfos, gelados, artificiais, pois a função do ativista cultural não é mirar o sensacional, o oportuno para seu ego, ou algo semelhante, mas sim, ser, no máximo, porta voz, ou mesmo condutor de algo que existe de fato e de direito na amplitude do anseio maior na esfera social habitável.

Na ausência desta clarividência no seio social é momento oportuno para um estudo sobre o que caracteriza a identidade da sociedade, investindo para que cada urbe possa naturalmente caminhar com suas próprias pernas na condução da argamassa viva que constitui este teor de concentração apta a todos.

Abrir perspectivas contidas no consciente coletivo para a coesão da unidade social, tão necessária, para a harmonia do conjunto humano no habitat em que vive; é um imperativo Já, para todos que se deleitam, sobre a arte cara, e um tão renovável quanto a existência do homo sapiens na bola – Ainda azulada – Planeta Terra.

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