terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A Ufologia e a Pluralidade dos mundos habitados


Por José Cícero

Desde os tempos imemoriais o nosso planeta vem sendo sistematicamente visitado por seres de origem extraterrestre através dos chamados Objetos Voadores não Identificados (Ovni´s) ou mais simplesmente, Discos Voadores. A história da humanidade, portanto, está repleta de narrativas que nos remete à idéia de que a presença de entidades alienígenas, incluindo de outras dimensões do espaço-tempo tem nos sido um acontecimento assaz constante. Estatísticas comprovam que a cada 5 minutos uma pessoa em alguma parte do globo mantém algum tipo de contacto com seres extraterrestres.
Pesquisa de opinião pública revela que 63% dos norte-americanos acreditam na existência de seres extraterrestres; já 52% dos europeus confessa acreditar na possibilidade de outros mundos habitáveis, inclusive na existência de outras civilizações avançadas não apenas tecnologicamente...
Artistas e várias pessoas públicas brasileiras já presenciaram algum tipo de aparições de cunho ufológico, dentre elas: o ex-presidente FHC, JK e os cantores Sérgio Reis, Zé Ramalho, Raul Seixas, Chitãozinho e Chororó, Elba Ramanho, Fábio Júnior, o apresentador Ratinho, dentre outros....
Livros sagrados de diversas culturas como os Vedas dos hindus e até a própria Bíblia contém tácitas descrições interessantes acerca de múltiplas aparições de seres insólitas não-terrestres. Basta lermos o testemunho do profeta Ezequiel, apenas para citar algumas das escrituras sagradas onde o assunto é mais que palpitante.
Para tanto é preciso manter a mente aberta para a aceitação de toda a casuística ufológica no decurso da história humana, cujos registros ainda hoje estão aí desafiando todos os pseudomodernistas do nosso ferrenho e visceral ceticismo contemporâneo. Malgrado todo o avanço científico a humanidade ainda hoje na sua grande maioria não consegue compreender, razão pela qual não aceita e não acreditar sequer na possibilidade da existência da pluralidade dos mundos habitáveis.
Há, sobretudo, uma forte rejeição das pessoas no tocante a probabilidade dos mundos habitados por algum tipo de vida inteligente ou não, como um fato concreto. Objeção esta, inspirada no mais das vezes, por uma infinidade de dogmas e preconceitos religiosos, cujo papel histórico já produzira sérios estragos no próprio avanço da ciência, a partir de erros absurdos sustentados pela intolerância, a exemplo do que aconteceu contra Galileu, Paracelso e Giordano Bruno.
Assim como, tantos outros personagens da história que se mantiveram muito além do seu tempo e que por isso tiveram que pagar com a própria vida a perspicácia ousada de dizer a verdade das coisas...
Entrementes, já faz parte do senso-comum, a objeção de muitos a tudo àquilo que se encontra na esfera dos fenômenos inexplicáveis ou mesmo qualquer idéia nova que não faça coro com a mesmice das coisas preestabelecidas.
No primeiro mundo, a existência dos Discos Voadores não constitui um assunto tubu, mesmo assim há um claro acobertamentos de casos reais por parte de vários governos que mantêm arquivos oficiais repletos de documentos sob a inscrição de 'Top Secret' e que comprovam a ocorrência de fatos verídicos bastante significativos em relação ao tema dos Et's .
Mesmos com a resistência de alguns astrônomos da chamada ala conservadora da ciência e que por isso mesmo questionam a possibilidade dos Discos Voadores chegarem até nós; em virtude das incomensuráveis distâncias interplanetárias, o assunto vem dispertando o interesse de parcelas substantivas da sociedade atual.
Ora, estamos falando de civilizações avançadas, tanto espiritual quanto tecnologicamente num patamar tão alto que para eles, ainda estamos vivenciando a idade da pedra. Temos que pensar os ET´s não pelo prisma da nossa ciência ainda tacanha e limitada, porém por uma tecnologia que há muito já superou a lei gravidade, a noção do espaço-tempo, a velocidade da luz, a tração por atrito, a propulsão por combustão e até mesmo a exploração do homem pelo homem etc.
São, por conseguinte, civilizações avançadas, inclusive, no aspecto espiritual ante uma visão holística e crística capaz de superar o gênero humano infinitamente. De maneira tal que as nossas velhas idiossincrasias precisam assumir novos padrões conceituais numa correlação de força em que o tradicional possa abrir espaço para a possibilidade de que o impossível venha a ser tão somente algo não-estanque para sempre, mas como tudo na vida, transitório.
Assim, sempre ocorreu com as chamadas ciências não-oficiais. No mais, como aceitar que a Terra seja o único lugar habitável quando já sabemos que ela não passa de uma ínfima partícula de poeira no universo espacial? Só mesmo a ignorância cavalar humana para nos tornar tão cegos diante desta evidência cosmológica. Seria muitíssimo ingrato para nós se estivéssemos realmente sozinhos, solitariamente, na vastidão dos espaços universais.
* José Cícero
Professor, pesquisador  e poeta
Secretário de Cultura
Aurora-CE.

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