quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Funceme divulga prognóstico para quadra chuvosa no Ceará

Durante coletiva realizada na manhã desta quarta-feira a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) divulgou o prognóstico oficial da quadra chuvosa (entre os meses de fevereiro e maio) para o Ceará em 2011.

Segundo especialistas da Funceme, as probabilidades de chuvas no Estado são: 40% na média histórica, 35% acima da média, e 25% abaixo da média. Em 2010 o acúmulo pluviométrico no período analisado foi de 849,7 milímetros.

Estiveram presentes o gerente do Departamento de Meteorologia da Funceme, Antônio Geraldo Ferreira, e representantes de órgãos diretamente interessados no prognóstico, como Defesa Civil, Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce) e Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA).

O documento oficial com o prognóstico foi elaborado durante o XIII Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semiárido Nordestino, que conta com a participação de meteorologistas dos nove estados nordestinos, de instituições nacionais e internacionais, todos com o objetivo de fazer a previsão do clima no Nordeste para os próximos meses.

Manhã tumultuada
O dia começou tumultuado para o fortalezense que saiu de casa rumo ao trabalho nesta quarta-feira devido a forte chuva que caiu na cidade por volta das 7h. Até este horário, a Funceme havia registrado 79,6 mm no volume de água na capítal. "O número sem dúvida é maior, mas são dados que só teremos concretos amanhã", disse o porta-voz da Fundação.
Diversos relatos continuam chegando e você também pode participar enviando sua foto, vídeo ou depoimento para o VC-Repórter do Portal Verdes Mares.
A publicitária Patrícia Carvalho foi uma das que sofreram com a chuva. "Não há táxi na cidade quando chove. Fiquei mais de uma hora esperando um carro chegar em casa. Tive de ligar para quatro empresas diferentes", conta.
O taxista Carlos Eugênio, que está na profissão há mais de 10 anos, disse que quando há chuva, poucos se aventuram em rodar pela capital. "Fortaleza está cheia de buracos, as ruas alagam e o prejuízo, muitas vezes, é maior do que se pode ganhar trabalhando. Eu estou aqui porque o carro é terceirizado, senão esperava também. E o que não falta é passageiro precisando", ressaltou.
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