quarta-feira, 27 de março de 2013

Cid Gomes nomeia 624 novos inspetores da Polícia Civil do Ceará


civil foraNesta terça-feira (26) o Governo do Estado nomeou para seu quadro da Polícia Civil 624 novos inspetores. O governador Cid Gomes presidiu a solenidade, que aconteceu no Centro de Eventos do Ceará, onde na oportunidade garantiu o irrestrito apoio do Governo Estadual no reforço e renovação da Segurança Pública no Ceará. “O maior desafio hoje é reduzir o número de homicídios no Estado do Ceará. Estou convencido que a elevação do número de mortes no Ceará tem, na sua ampla maioria, relação com as drogas, seja de uso ou para o tráfico. A redução desses números deve ser encarada com ousadia, e é um crime que deve ser encarado como o mais hediondo, pois atenta contra a vida do ser humano. O primeiro passo para é isso é assumir que isso é uma realidade. A segunda é envolver toda a sociedade. A segurança é um tema complexo, mas isso não pode ser colocado como argumento para deixarmos de fazer nossas tarefas. O nosso desafio é reduzir esses números no Ceará. Eu quero deixar registrado publicamente, que esse desafio é um compromisso pessoal que assumo com o povo cearense”, reforçou Cid Gomes.

civil dentro1Durante o discurso, Cid reforçou que o caminho para conseguir diminuir a violência no Estado passa também pelo aumento do efetivo e melhorias na infraestrutura da Segurança Pública, que são os compromissos do Governo do Estado para a área. Esses compromissos vêm sendo cumpridos ao longo dessa gestão, com a realização de concursos públicos para Polícia Militar (PM), integração da Polícia Civil e PM e interiorização dos serviços prestados com a construção de 50 novas delegacias e melhorias nos equipamentos ligados a área, criação da Divisão de Homicídios e Divisão do Combate as Drogas, e aumento de efetivo nos quadros da Polícia Civil. “Essa nova turma vai oxigenar e dar mais vigor a Polícia Civil do Ceará. Começa uma nova era na Polícia e, portanto, na Segurança Publica do Estado do Ceará”, destacou o Governador.

Segundo informações da SSPDS, os 624 novos inspetores são concludentes do Curso de Formação Profissional teve o objetivo de preparar os aprovados no concurso para a Polícia Civil lançado no final de 2011. Foram quatro meses de aulas teóricas e práticas que envolveram disciplinas como Fundamentos de Direitos Humanos, Sistema de segurança no Brasil, Fundamentos da Sociologia da Violência, Gerenciamento de Crises, Mediação de Conflitos, Noções de Socorro e Salvamento, Defesa pessoal, entre outras disciplinas. Os novos inspetores irão reforçar o quadro efetivo da corporação nas diversas delegacias da Capital e Interior. “Esse reforço na segurança se completa com a nomeação de 150 novos delegados, 300 novos escrivãos e 40 inspetores já nomeados em um primeiro momento. Hoje nós temos uma gestão que realmente se preocupa com a segurança pública”, finalizou o secretário Cel. Francisco Bezerra.

civil dentro2Concursos

Na ocasião o Governador anunciou a realização de um novo concurso público para o Corpo de Bombeiros do Ceará. “O edital deve ser anunciado neste primeiro semestre de 2013”, disse. Além desse, no início de fevereiro, o Governo do Ceará formou 920 Policiais Militares, que já estão trabalhando, reforçando o efetivo da corporação no Interior do Estado. No mesmo dia, o governador Cid Gomes também anunciou a convocação de mais 1.150 aprovados no concurso da PM para a formação da 2ª turma.

Além do concurso da PM e da Polícia Civil, o Governo do Estado realizou o concurso para 177 profissionais para a Perícia Forense, que também já passaram pelo Curso de Formação Profissional.

26.03.2013
Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado 
Casa Civil ( comunicacao@casacivil.ce.gov.br / 85 3466.4898)

terça-feira, 26 de março de 2013

SANGRIA DA BARRAGEM DE CARIUTABA

A Barragem no Rio Carius, localizada no distrito de Cariutaba, município de Farias Brito, sangrou pela primeira vez nesta manhã de 26 de Março de 2013.
Foto cedida por Wellington Soares-Cariutaba

CHUVAS NO CARIRI EM 26/03/2013


  Chuva Relativa ao Período: 7:00 de 25/3/2013 às 7:00 de 26/3/2013
Legenda determinada pela chuva máxima no município
 
 
MACRO REGIÃO 7 - CARIRI
POSTO MUNICIPIO QTD(mm)
Missao Velha Missao Velha 67.5
Caririacu Caririacu 56.0
Mangabeira Lavras Da Mangabeira 46.0
Umari Umari 44.0
Farias Brito Farias Brito 40.0
Sitio Canto Umari 40.0
Varzea Alegre Varzea Alegre 36.8
Juazeiro Do Norte Juazeiro Do Norte 36.0
Altaneira Altaneira 32.0
Arrojado Lavras Da Mangabeira 31.0
Cajazerinha Umari 31.0
Aurora Aurora 29.0
Jardim Jardim 25.0
Cedro Cedro 23.0
Baixio Baixio 23.0
Felizardo Ipaumirim 21.0
Brejinho Barro 20.4
Iborepi Lavras Da Mangabeira 20.0
Sitio Tipi Aurora 19.6
Barbalha Barbalha 15.0
Sao Sebastiao Carius 14.0
Ipaumirim Ipaumirim 13.4
Milagres Milagres 12.6
Santana Do Cariri Santana Do Cariri 12.5
Lameiro Crato 11.0
Jucas Jucas 11.0
Jamacaru Missao Velha 11.0
Crato Crato 10.4
Mauriti Mauriti 9.6
Nova Olinda Nova Olinda 9.0
Sitio Macapa Jati 3.2


Dados extraídos automaticamente às: 09:00 de 26/3/2013
 

TRANSPOSIÇÃO: Atraso nas obras agrava efeitos da seca do Ceará


Idealizada há mais de um século, Transposição do Rio São Francisco já custa o dobro e se arrasta há cinco anos

O engenheiro civil Cássio Borges alerta para a gravidade da situação do Estado caso a seca se prolongue até 2014 FOTO: JOSÉ MARIA MELO

Enquanto o Nordeste vivencia o segundo ano consecutivo de uma das piores secas de sua história, obras que poderiam minimizar os efeitos da falta de água no sertão ainda se arrastam sem previsão de término. Iniciada há cinco anos, embora o projeto embrionário tenha sido apresentado há mais de 100 anos, somente 40% das obras da Transposição das Águas do Rio São Francisco foram concluídas. Os custos, inicialmente orçados em R$ 4,5 bilhões, quase duplicaram, chegando a R$ 8 bilhões.

Especialistas e lideranças cearenses apontam que falta de pressão política, mau planejamento e corrupção favorecem a morosidade da obra. O objetivo da transposição é formar uma sinergia hídrica capaz de ampliar a capacidade de armazenamento dos açudes. A estimativa do Ministério da Integração Nacional é de que a obra beneficie aproximadamente 12 milhões de pessoas, em especial dos estados do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco.

Apesar de a empreitada ter sido mais amplamente debatida nas últimas décadas, o assunto já vinha sendo discutido desde o século XIX. Em 1847, o engenheiro cearense Marcos de Macedo defendeu a ideia da transposição do Rio São Francisco no Parlamento. Nos anos 1960, foi a vez do deputado Wilson Roriz, do Crato, levantar a bandeira, mas ainda como voz isolada.

Na história recente do Ceará, um dos políticos a idealizar o projeto foi Roberto Pessoa (PR), ex-deputado e ex-prefeito de Maracanaú, ainda nos anos 1990. À época, o ministro da Integração Regional, Aluísio Alves, tocou o projeto da integração. Entretanto, a obra só seria efetivamente iniciada mais de dez anos depois. "Se esta obra estivesse pronta há pelo menos dois anos, não estaríamos com esse problema grave", critica Pessoa, referindo-se aos efeitos da seca.

Revitalização

A proposta apresentado pelo ministro da Integração Regional em 1994 previa a captação de 150 metros cúbicos por segundo, também para a irrigação e em um único canal, sem a revitalização do Rio São Francisco, integrando os açudes Castanhão, Armando Ribeiro Gonçalves e Santa Cruz. O projeto atual é de que a vazão seja de apenas 26 metros cúbicos por segundo, de forma contínua, mas podendo atingir até 120 metros cúbicos, caso a barragem de Sobradinho, na Bahia, atinja 90% de sua capacidade.

Na prática, a proposta de reduzir a vazão facilitou que os estados das bacias doadoras, principalmente Bahia e Sergipe, apoiassem a ideia, pois lideranças desses estados ponderavam que a transposição traria prejuízos financeiros a essas regiões.

De acordo com o engenheiro Cássio Borges, especialista em recursos hídricos, se o empreendimento já tivesse sido concluído, a população estaria em situação menos precária, apontando que 100 mil cabeças de gado já morreram de fome e sede no Ceará. "Essa seca mostrou mais do que nunca a importância desse projeto. Esse programa de transposição é urgente", aponta.

Cássio Borges ainda alerta para o futuro do Estado, caso o período seco se prolongue até o próximo ano. "Se tivermos mais um ano de seca, em 2014, eu não sei como vai ficar a situação da população. O que será do estado do Ceará?", questiona. Outro aspecto apontado por ele é o encarecimento da obra, pois algumas estruturas já estão sendo deterioradas e, portanto, precisarão ser reconstruídas.

Burocracia

O professor Nilson Bezerra, do curso de Geografia da Universidade Federal do Ceará, acrescenta que um dos motivos que interferem na celeridade das obras é a falta de planejamento do poder público e a burocracia das licitações. "Falta planejamento de instituições mais perenes. Muda a equipe a cada governo e isso prejudica a continuidade", expõe. E completa: "Há um excesso de burocracia que tenta combater a corrupção, mas não combate. A burocracia é tão grande que encarece a obra e deixa de resolver os problemas mais graves", pondera.

O ex-deputado Roberto Pessoa avalia que o atraso e encarecimento nas obras são agravados por corrupção nas licitações. "Isso tudo favorece a corrupção, as empresas que vão fazer negociata", diz. Já o engenheiro Cássio Borges justifica que o valor inicial do projeto, R$ 4,5 bilhões, é "irreal". Ele opina que o Ministério da Integração subestimou o montante para não incitar os opositores da Transposição.

Sobre a morosidade do projeto, Pessoa aponta a falta de pressão política da bancada federal do Nordeste para dar agilidade às obras. "O Nordeste e suas elites políticas nunca levaram a sério o problema do Nordeste, que tem 27 senadores e 151 deputados federais. Está faltando milho no Ceará, mas o Brasil é o maior exportador do mundo", critica.

domingo, 24 de março de 2013

Domingo de Ramos


Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)
Num clima de alegria e esperança provocado pela ascensão ao pontificado petrino, do papa Francisco, iniciamos mais uma Semana Santa com a entrada triunfal de Jesus na cidade de Jerusalém. Aí começa uma nova fase na história do povo de Israel, quando todos se voltam para a sena da paixão, morte na cruz e ressurreição de Jesus Cristo.
A Semana Santa deve ser um tempo de recolhimento, de interiorização e de abertura do coração e da mente para o Deus da vida. Significa fazer uma parada para reflexão e reconstrução espiritualidade, essencial para o equilíbrio emocional e segurança no caminho natural da história de vida, com mais objetividade e firmeza.
As dificuldades encontradas não são fracasso e nem um caminho sem saída. Elas nos levam a firmar a esperança na luta por uma vida sem obstáculos intransponíveis. Foi o que aconteceu com Cristo no trajeto da paixão, culminando com a morte na cruz. Em todo esse caminho ele passou por diversos atos de humilhação.
A estrada da cruz foi uma perfeita reveladora da identidade de Jesus. Ele teve que enfrentar os atos de infidelidade e de rebeldia do povo que estava sendo infiel ao projeto de Deus, inclusive sendo crucificado entre os malfeitores. Jesus partilha da mesma sorte e dos mesmos sofrimentos dos assassinos e ladrões de sua época.
Na Semana Santa devemos associar ao sofrimento de Cristo o mesmo que acontece com tantas famílias e pessoas violentadas em nossos tempos. Podemos dizer da violência armada, dos trágicos acidentes de trânsito, das doenças que causam morte, do surto da dengue, dos vícios que ceifam muita gente etc. Jesus foi açoitado, esbofeteado, teve a barba arrancada, foi insultado e cuspido.
O detalhe principal é que nenhum sofrimento fez Jesus desistir de sua missão e nem ter atitude de vingança. Ele deixou claro que o perdão é mais forte do que a vingança. Devemos aprender com ele e olhar a vida de forma positiva, sabendo que seu destino é projetado para a eternidade em Deus.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Igreja dos pobres


Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
O Papa Francisco disse durante encontro com jornalistas, na semana de sua eleição como sucessor do apóstolo Pedro, que a Igreja deve ser, especialmente, dos mais pobres. Esse é o desejo mais profundo do coração de Deus. Jesus, na admirável passagem sobre o juízo final, narrada em parábolas pelo evangelista Mateus, sublinhou: “Todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes” (Mt 25, 40). Jesus deixa, assim, uma clara lição aos seus discípulos, que deve ser sempre assumida pela Igreja como importante compromisso.
O Concílio Vaticano 2º, na Constituição Pastoral Gaudium et Spes,  dezembro de 1965, afirma que “as alegrias e esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e daqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente humana que não encontre eco no seu coração”. Assim, a voz do Papa Francisco, fazendo ecoar este desejo e sonho de Jesus, reacende no coração da Igreja a chama da opção preferencial pelos pobres. Essa opção, na sua força espiritual e suas consequências concretas na vida e nos empenhos, é um indispensável remédio que modula a Igreja, Povo de Deus, comunidade de discípulos, com as orientações de seu Mestre e Senhor.
Gesto primeiro e permanente é contemplar os rostos dos sofredores que doem em nós, sublinha o Documento de Aparecida, fruto da 5ª Conferência dos Bispos Latino-Americanos e Caribenhos, focalizando as pessoas que vivem nas ruas das grandes cidades, as vítimas da violência familiar, os migrantes, os enfermos, os dependentes de drogas, encarcerados, os que carregam o peso e as consequências da discriminação, preconceitos, falta de oportunidades, além dos excluídos da participação cidadã. O Papa Francisco, que esteve presente e participou de maneira decisiva da 5ª Conferência, convida a Igreja a viver o pacto ali assumido e assim detalhado no Documento de Aparecida: “comprometemo-nos a trabalhar para que a nossa Igreja Latino-Americana e Caribenha continue sendo, com maior afinco, companheira de nossos irmãos mais pobres, inclusive até o martírio”.
Francisco indica um caminho que para ser percorrido, com eficácia, precisa de vigor espiritual, da coragem da profecia e da alegria verdadeira que só brota no coração de quem compreende bem o desejo de Deus. A Igreja está, pois, pela palavra e gestos do Papa, a revisitar os tesouros da fé cristã, banhando-se neles para alcançar uma compreensão espiritual capaz de conferir novos rumos à vida pessoal, organização eclesial e à sociedade. Uma via que deve se concretizar com o modelo da globalização da solidariedade e justiça internacional. Esse compromisso nascido da fé em Jesus Cristo irradia luz sobre o caminho renovador que a Igreja é chamada a trilhar, com força e tarefa de inspirar a sociedade a fazer novas escolhas, responsável que ela é também pelos pobres da Terra.
A simplicidade que emerge de uma Igreja para os pobres há de alcançar raízes que tocam o mais profundo das diversas organizações sociais, exigindo mais transparência, singularmente na conduta pessoal, e a coragem de uma presença profética na vida dos necessitados, nas relações sociais e políticas. São urgentes ações na configuração de projetos, obras, diálogos, cooperação e comprometimentos que construam um rosto novo para a sociedade contemporânea, sem as rugas das exclusões produzidas ou das corrupções praticadas.
Que a Igreja renove sempre sua opção preferencial pelos pobres, realizando projetos grandes ou pequenos, de menor ou maior significação, para reencontrar o ouro de sua fé e os caminhos para que ninguém sofra da mais terrível pobreza: a distância de Deus. Contemplar-se como Igreja para os pobres é viver uma recuperação pujante, revisão humilde e corajosa de atitudes, no compromisso com o bem e com a verdade, anunciando o Reino de Deus. O broto de esperança desse tempo guarda potencial inesgotável para a novidade da Igreja de Cristo, no cumprimento de sua missão ampla e complexa, de ser dos pobres para os pobres.
Fonte: www.cnbb.org.br

22 de Março - Dia Mundial da ÁGUA !



História do Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.

Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos
rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 
Frases sobre o Dia Mundial da Água:
- Água é vida. Vamos usar com inteligência para que ela nunca falte.
- O futuro de nosso planeta depende da forma com que usamos a água hoje.
- Todo dia é dia de água, pois ela está presente em tudo e em todos.
- O Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.
- Sem a água não haveria vida na Terra! Pense nisso neste Dia Mundial da Água. 
Você sabia?
- A Unesco estabeleceu que 2013 é o Ano Internacional de Cooperação pela Água. 
 
Colaboração:  Blog de Carlos Airton