terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Papa anuncia viagem a Bolívia, Paraguai e Equador este ano


Evo Morales diz que ele irá à Bolívia em julho; datas não foram divulgadas.
Chile, Argentina e Uruguai estão nos planos para 2016, segundo pontífice.

Da France Presse
O Papa Francisco fala aos jornalistas que o acompanham durante voo de volta a Roma, após visita às Filipinas, na segunda-feira (19) (Foto: AFP Photo/Giuseppe Cacace)O Papa Francisco fala aos jornalistas que o acompanham durante voo de volta a Roma, após visita às Filipinas, na segunda-feira (19) (Foto: AFP Photo/Giuseppe Cacace)
O papa Francisco anunciou, nesta segunda-feira (19), que visitará a Bolívia, o Paraguai e o Equador em 2015, em declarações à imprensa que o acompanha no voo de volta do Sri Lanka e das Filipinas.
"Tenho o projeto de visitar a Bolívia, o Paraguai e o Equador este ano", afirmou o papa argentino, sem revelar as datas de sua viagem à América Latina.
Segundo antecipou nesta segunda-feira o presidente boliviano, Evo Morales, o pontífice viajará em julho para a Bolívia, embora não tenha especificado quantos dias ficará no país.
"Em 2016 tenho o projeto, mas não é nada certo, de visitar Chile, Argentina e Uruguai", acrescentou o Papa diante dos cerca de 70 jornalistas que o acompanharam em seu giro de seis dias por Sri Lanka e Filipinas, onde celebrou no domingo a missa mais multitudinária da história recente da Igreja.
Na conversa com a imprensa, Francisco contou que este ano está programando visitar também Estados Unidos e México.
Ele ainda revelou que está organizando sua primeira viagem à África "por volta do fim do ano", para visitar a República Centro-africana e Uganda.
O presidente boliviano, que se reuniu com Francisco em outubro passado, anunciou em dezembro a possibilidade de uma visita do pontífice na esperança de que ajude seu país em temas internacionais, em aparente alusão ao conflito marítimo que mantém com o Chile.
Com estas viagens, Francisco, que completou 78 anos em dezembro, quer manifestar com gestos concretos sua aproximação de populações que estão na "periferia" do mundo e da Igreja.
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